sábado, 17 de setembro de 2011

Lições do amor





“Que o afeto, o amor, a preocupação, o interesse, a admiração e o respeito dos outros sejam suficientes para lhe proporcionar serenidade”.
Suas palavras parecem nos encaminhar para o que é reconhecido pelos estudiosos como “inteligência emocional”. Passamos nossas vidas rodeados por muitas pessoas e poucas vezes conseguimos fazer com que nossos sentimentos sejam percebidos ou que nossas atitudes revertam em favor de um ambiente mais cooperativo, favorável e solidário.

Falta maior generosidade para com os outros e para consigo mesmo. Somos pouco tolerantes quanto aos erros dos outros e mais ainda quando pensamos em nossos próprios deslizes.
Não devemos nos subestimar em virtude de nossas falhas. Elas acontecerão por toda a nossa vida. Temos que aprender com nossos erros para evitá-los em ocasiões futuras. Não devemos, entretanto nos crucificar por conta de nossos deslizes.

“Creio que muitas pessoas se maltratam e se castigam emocionalmente por não se acharem ‘suficientemente boas’ ou por não terem feito o suficiente. Elas se censuram por não atingirem suas próprias expectativas ou as expectativas de alguma outra pessoa”.

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